sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Testado e aprovado o Guia de trilhas cicloMantiqueira de Guilherme Cavallari

Na última quinzena de dezembro de 2017, o Professor Arnaldo Farias, editor chefe da "Nóis na Fita A TV", pedalou por 311 Km de Extrema a Itamonte - MG em 05 dias de pedal, fazendo uso o "Guia de trilhas cicloMantiqueira" do nosso amigo Guilherme Cavallari, correspondendo a 10 etapas ou dias no Guia em referência, com total segurança e tranquilidade.


"Pra inicio de conversa a escolha de parte do traçado do referido Guia se deu pela necessidade de montar um percurso para o "Desafio Global Care - CAF Brasil" que pretende chegar a bela cidade de Petrópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro, que terá por finalidade algaria do fundos para obras assistenciais, razão principal da existência do braço ciclo esportivo "Pedalear para proveer".


Então, eu parti de Extrema com mais três amigos, entre eles o Luís Trilha, uma das maiores férias do Audax Brasil, com a finalidade de observar as condições das trilhas e as estradinhas de terra que será pedalado por uns 15 ciclistas ligados ao CAF em todo o mundo, no segundo semestre de 2018.


Assim, juntamente com o Moraca e o Mauro, amigos de longa data, terminamos o primeiro dia de pedal em Monte Verde depois de 62 Km de pedal e 1.417 metros de ascensão total, com subidas amenas até Joanópolis e constante elevação até Monte verde, em um percurso que mais parecia cenário da novela da 6, de tão bonito de ser observado.


O nosso segundo dia foi dedicado a chegar a São Bento do Sapucaí, que nos premiou com 76 Km com 1.900 metros de ascensão total sob intenso calor, trovoadas e muitas risadas, pois a camaradagem era a essência do pseudo "Desafio  Ciclo Mantiqueira" criado por mim, só para por um "pouco de pimenta" no objetivo do duro dia de pedal, sem direito a reclamações ou mi-mi-mi.


No terceiro dia do "Desafio", infelizmente com as ausências do Moraca e do Mauro, que tiveram que voltar ao convívio de suas famílias, eu e o "Estelar" Luís Trilha, partimos então, de São Bento do Sapucaí tendo como destino final a grande Itajubá, cidade natal do meu grande amigo Gilmar Duarte, da Cronoleve, empresa que atualmente faz a cronometragem das mais importantes competições de Mountain Bike do país, percorrendo 67 Km com 1.300 metros de ascensão total, que nos pareceu pouco, pois podíamos ter ido mais à frente, até a pitoresca cidade Delfim Moreira, que daria mais uns 31 km de pedal sem muito esforço, apesar de que o trecho era todo em subida pelas estradinhas de terra da região.


Partir de Itajubá e chegar a Passa Quatro, quarto dia de nossa ciclo aventura,  esta cidade mineira se notabilizou no mundo do MTB por estar recebendo a famosa competição "Power Bike" organizada com competência pelo Paulo de Tarso do "Sampabikers", nos apresentou belas paisagens em meio a montanhas e vales que valiam a pena encher a memoria dos nossos celulares com centenas de fotos, pois o percurso deste dia foi de uma beleza sem par.


Finalizando este artigo, o dia seguinte ou nossa quinta etapa, ao se despedir de Passa Quatro, usamos só uma uma pequena parte do Guia do Guilherme Cavallari, pedalando pela rota traçada até Itamonte - MG, pois a planilha a partir deste pequena cidade mineira nos levaria a 90 Km de single tracks até Bocaina de Minas, trajeto pouco recomendável para bicicletas com alforges, como era o nosso caso, já que por economia, decidimos a ser auto-suficientes e autônomos, levando tudo aquilo que necessitávamos para pedalar sem carro de apoio, com direito a tempestades com raios e trovões, sem dó nem piedade, perfeito para um desafio que se preze.


Como a chuvarada judiou do percurso e de nós também, só conseguimos chegar ao pequeno vilarejo de Santo Antonio do Rio Grande depois de pedalar por 71 Km com 1.900 metros de elevação, com o sentimento de satisfação, por perceber que o "Guia de Trilhas cicloMantiqueira" continua atual e pode e deve ser usado como recurso para uma ciclovagem ou cicloaventura segura prazerosa." - finaliza o intrépido Professor Arnaldo Farias.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Abraão Azevedo e Fabio Rigueira contam conosco para participarem do Cape Epic e Ironman 2018

Os atletas Abraão Azevedo e Fabio Rigueira, fonte de inspiração para tantos de nós que amamos o esporte, respeitosamente necessitam do nosso apoio para estarem cada um deles, presentes na Edição de 2018 do Cape Epic e Ironman, respectivamente.

Campanha de financiamento - Abraão Azevedo no Cape Epic 2018

O nosso querido brasiliense Abraão Azevedo dispensa comentários, um multi campeão no Mountain Bike, se apresenta para competir pela última vez na Categoria Master do Cape Epic, cujas condições de financiamento, dados do atleta e vídeo explicativo podem e devem ser acessados pelo portal:
 https://benfeitoria.com/AbraaonoCapeEpic2018

Então, vamos nos apressar que a campanha vai só até 24 de janeiro de 2018.

Fabio Rigueira no IRONMAN 2018 - Superação
Amigo do Professor Arnaldo, editor chefe da "Nóis na Fita A TV", desde que se conheceram no Velotour 2016 no pedalando pelo Circuito do Vale Europeu em Santa Catarina, Fábio de Queiroz Rigueira, surfista nas horas vagas e ciclista profissional, praticante do chamado “cicloturismo” – atividade que não visa a competição e consiste em realizar viagens utilizando somente a bicicleta. Além disso, ele toca guitarra, violão e bateria. Achou muita coisa? Então imagine fazer tudo isso com apenas uma perna. Pois é assim que Fábio vive, sem prótese, com a ajuda de muletas.

A vida de Fábio no esporte começou aos nove anos, logo após o seu tratamento contra o câncer, quando ganhou do pai a primeira bicicleta e prancha de surf. “Não havia o que me parasse. Com o incentivo de meu pai, até como forma de me tirar daquela situação, fui me superando, querendo alcançar caminhos ainda mais longos”, afirma o esportista, que desde então não parou mais de praticar exercícios físicos.
Na natação, além do vice-campeonato na travessia Mar Grande/Salvador, em 1998, Fábio também foi vice-campeão no torneio Norte/Nordeste do Circuito Loterias Caixa, em 2011, mesmo sem apoio financeiro e de patrocinadores, uma carência dos paratletas. “Quando eu estava treinando, via uma certa dificuldade, pois tentava apoio e não conseguia. Era muito mais fácil conseguir incentivo de amigos ou de lojas pequenas”, lembra.
Os treinos e a preparação, que já começaram, contam com uma rotina de trabalho que tem início às 4 horas da manhã e inclui musculação, pilates e spin bike, corrida, natação além de uma alimentação balanceada.
Assim, como não podemos titubear, tratemos de acessar o Portal do Fabio Rigueira:
Portanto, nada de desculpas, pois em ambas campanhas, as contribuições começam em míseros 10 reais e não há nenhum motivo plausível para deixarmos de incentivar essas duas feras que tanto nos inspiram.

Não é mesmo? Bora lá! É BRASIL!!! 

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Cicloviagem pela costa uruguaia é de uma beleza sem par



O Professor Arnaldo, editor chefe da "Nóis na Fita A TV", teve a feliz oportunidade de entre os dias 09 a 15 de dezembro deste ano, de fazer uma tranquila cicloviagem pela costa uruguaia sem a costumeira pressa dos Desafio de Mountain Bike, curtindo bem Montevidéu, capital do Uruguai, bem como lindas e pequenas cidades litorâneas, entre elas a belíssima Punta del Leste, cujo nome dado foi "Ciclo Exploración URUGUAY por la cuesta", diversão garantida entre nossos "hermanos".


ALUGAR OU LEVAR A PRÓPRIA BIKE, EIS A QUESTÃO!
"Bem, dado que a Cia. Aérea cobraria 100 dólares pelo transporte de ida e volta, optamos por alugar as bikes da Orange Bike em Montevidéu que nos saiu ainda mais barato, onde fomos atendidos com a maior presteza pela Bethania, uma gracinha de pessoa. A Mountain Bike oferecida, ainda vinha com bagageiro para acondicionar os alforges. camêra reserva, ferramentas, cadeados e jaleco, necessários para uma cicloviagem de uma semana, sem apoio externo.

Pedalar pela orla de Montevidéu é uma delicia!
Nosso primeiro dia foi dedicado a curtir a capital do Uruguai, inicialmente, por uma ciclovia de 25 Km que corta do a orla da cidade, bem espaçosa e compartida com pedestres e outros esportistas sem nenhum estresse, além da vantagem de ser totalmente plana, ideal para ciclistas iniciantes ou sem tempo para pedalar, a exemplo da Kika, que por questões de trabalho, pouco pode usufruir do pedal por trabalhar 10 horas por dia, sem direito a refresco.

Montevidéu a Atlândida
Passados os 25 Km iniciais pela orla de Mondevidéu e uns bons quilômetros pelo acostamento da rodovia, com um acostamento bem cuidado, optou-se por terminar o dia no balneário da pequena localidade de Atlântida uma pacata cidadezinha, mas com um bom serviço de hospedagens, restaurantes e estrutura de praia, já que a toda a cicloviagem se daria pela costa. 

Ficha Técnica: 53 Km de pedal com 358 metros de elevação.

Atlântida a Piriápolis
Graças a tecnologia dos dia de hoje, que nos presenteia com inúmeros aplicativos no celular, além de se poder escolher pedalar por rotas mais tranquilas em direção ao destino escolhido, bem como obter-se informações de temperatura, restaurantes, hospedagens entre tantos os dados de interesse que se queira saber ao vivo e a cores, a família e os amigos sempre estar acompanhando a todos sem exceção.


Chegando a Piriápolis, nada melhor do que comer um assado uruguaio, pois nossos queridos vizinhos deste pequeno e simpático país, ao lado dos argentinos, são especialistas na culinária a base de carnes vermelhas para o desespero dos vegetarianos, além de oferecer saborosas cervejas, além da popular "Patricia". a breja local.

Ficha Técnica: 53 Km de pedal com 391 metros de elevação.

Piriápolis a Punta del Leste
A balneária e turística cidade litorânea de Punta del Leste é, provavelmente, o destino mais badalado pelos turistas e cicloturistas que por aqui aportam, isso por causa dos casinos, hotéis e casas de campo de alto padrão e um atendimento pra lá de carinhoso, no que pese que para os brasileiros o item alimentação pesar muito no bolso, que para nós está mais caro do que comer na Europa.


Aqui outra grande atração é o famoso "Monumento Los Dedos". A mão que sai da areia na Parada 1 da Praia Brava foi levantada ali em fevereiro de 1982, quando o artista plástico chileno Mario Irrazábal chegou ao país convidado pela prefeitura de Maldonado, parada obrigatória para todos que passam pelo local.


Ficha Técnica: 50 Km de pedal com 410 metros de elevação.

Punta de Leste a José Ignacio

Assim, baseado na formosa cidade de Punta del Leste, fizemos um "bate e volta" até a pequena cidade de José Ignacio que tem como atração um Farol como  o mesmo nome, bons restaurantes italianos e casa de veraneio de cair o queixo de tão belas, uma boa pedida de pedal sem dúvida alguma.


Ah, não se pode deixar de destacar a famosa "Ponte Ondulada", localizada entre La Barra e Punta, essa ponte ficou famosa em razão das três ondulações originais de sua construção que garantem uma certa diversão (e frio na barriga) ao cruzá-la de bike. Erguida em 1965 sobre o Riacho Maldonado, a obra é considerada única em seu estilo e foi desenhada pelo próprio Leonel Viera, que tem que ser cruzada na marra, ou não se chega a José Ignacio.



Ficha Técnica: 71 Km de pedal com 548 metros de elevação.

Casapueblo e rolê por Punta del Leste
Outra grande atração de Punta del Leste e ir de bike até a Casapueblouma grande construção branca com características únicas, fruto da imaginação e do empenho do pintor e escultor uruguaio Carlos Paez Vilaró, que reúne museu, galeria de arte, hotel e restaurante. É muito visitada não só por causa das obras de arte, mas também devido ao belo visual panorâmico que se tem dos terraços, principalmente na hora do por do sol.


Como ponto final da "Ciclo Exploración URUGUAY por la cuesta"  curtimos um pedal ao anoitecer pela formosa e impactante Punta del Leste e depois do por do sol nada melhor do que saborear um "chivito" um dos principais partos da culinária uruguaia.

Ficha Técnica: 45 Km de pedal com 481 metros de elevação.




sábado, 11 de novembro de 2017

Nevasca foi um obstáculo a mais em meio ao Desafio Los Andes 2017


O Professor Arnaldo, brasileiro, membro da Pedalear para proveer, um grupo de ciclistas que busca patrocínio para a fundação Global Care que ajuda à pessoas moradores de rua, atuando no Chile, Argentina, Brasil e Austrália, neste ano participou pela segunda vez de um de seus desafios: o Desafio Los Andes, cuja finalidade foi cruzar a Cordilheira de Los Andes, pedalando mais de 500 Km, desde San Carlos de Bariloche na Argentina, à cidade chilena de Pucón em seis dias sob severas condições meteorológicas, com  o propósito de conseguir doações para a compra de caminhões "Food Truck", que serão utilizados para preparar e servir refeições para os mais necessitados em vários países da América Latina.

"Junto aos meus queridos amigos ciclistas, a maioria do Chile, somado aos membros da Colômbia e Equador, protagonizamos uma jornada épica dado às severas condições do tempo já na primeira etapa, que consistiu em pedalar mais de 81 Km de Bariloche a Villa de Angostura em território argentino. 
O dia começou sob uma temperatura próxima a zero grau, com ventos fortes, na casa do 50 KM/h e neve nos últimos 20 Km de pedal, desgastando bastante a equipe de ciclistas amadores." - inicia o Professor Arnaldo Farias.

Uma nevasca para ficar por toda vida em nossas memórias
Nevasca é o nome que se dá a uma tempestade de neve, com queda de neve de forte intensidade e geralmente com ventos fortes acima dos 50 Km/h, que é produzida principalmente em zonas montanhosas, de altitudes elevadas, ou altas latitudes. As nevascas ocorrem quando a neve cai de uma forma mais seca, dificultando o derretimento e facilitando sua rápida acumulação.

Foram mais de 101 km de pedal que castigou sem dó nem piedade a todos latinos e, imaginem a mim, um sexagenário brasileiro, com meus 63 anos bem vividos e pela primeira vez encarando um perrengue desses. Entre um e outro sofrimento, o pior foi ver minhas mãos congelarem, pois as luvas que usava não resistiu a condições tão duras e se encharcaram causando dor intensa na ponta do dedos.
Foi um alívio cruzar os Andes já em território chileno na terceira etapa, que ao menos para mim cobrou um preço bem caro, pois fui parar num hospital perto da fronteira, com falta de ar, diarreia, vômitos, entre outras complicações, mas foi um dia de pedal cercado do apoio de todos os meus queridos companheiros que deram ânimo a cada quilômetro pedalado.

Bem, para encurtar a história, os outros três últimos de pedal se deram sob intensa chuva e temperatura sempre abaixo dos 10 graus positivos e ventos fortes, tudo para testar nossa capacidade de perseverança e determinação, que só fez aumentar a camaradagem do grupo Pedalear para Proveer, mais unidos que nunca ao concluir o Desafio Los Andes em Pucón". - finaliza o intrépido Professor Arnaldo.

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Desafio Los Andes a mais nova aventura do Professor Arnaldo

O Professor  Arnaldo, editor chefe da "Nóis na Fita A TV" já está em Santiago de Chile, com a finalidade de cruzar a Cordilheira pedalado em condições severas por 550 Km em 5 dias, junto a 15 ciclistas do Chile, Argentina, Colombia, Equador, entre outros, todos pertencentes ao CAF - Centro de Apoyo a la Familia.

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"O grupo ligado à Global Care realiza este ano o desafio com o intuito de arrecadar fundos para a compra de caminhões 'Food Truck" para servir refeições às pessoas pobres que vivem nas ruas do Chile e da Argentina." - Inicia  relato o Professor.

"O inicio o pedal se dará na cidade argentina de San Carlos de BARILOCHE, com um percurso inicial de 81 Km até a San Martín de los Andes, que poderá ser acompanhado neste Portal desde que se tenha acesso a uma rede Wi-Fi" - encerra o Professor Arnaldo Farias.