domingo, 20 de maio de 2018

Ciclo Aventura Pai & Filho entre Salvador e Maceió não tem preço!




O Professor Arnaldo Farias, editor do Portal "Nóis na Fita A TV", juntamente com um dos seus queridos filhos, George André, percorreram de bicicleta um percurso de 550 km. em 6 dias de pedal, quase tudo pela faixa litorânea entre Salvador (Bahia) a Maceió (Alagoas), que ainda contou com as ilustres companhias dos amigos baianos, Piruca e Rêne, no primeiro e segundo dia, recheados de muitas risadas e gozações, fundo de cena para os dias ensolarados daquela inesquecível semana.

"Essas amizades começaram há 2 anos, quando participei num dos "Encontros de Cicloturismo", na ocasião pelo percurso ciclo turístico do "Vale Europeu" em Santa Catarina" e entre eles o nosso querido atleta paraolímpico, Fabio Rigueira, que por estar focado nos treinamentos para o Ironman, não pôde nos acompanhar na ciclo aventura. Não se pode deixar de registrar a falta do amigo Marcelo Bruder, que por questões de trabalho, também não pôde nos acompanhar" - inicia a conversa o Professor Arnaldo.



DAY 1: SALVADOR (Camaçari) a Baixio = 145 KM


"Assim, depois do Piruca ter nos levado aos pontos turísticos de Salvador, já que o George não conhecia a capital baiana, pouco antes do amanhecer, partimos, ora via acostamento da rodovia bem próximo a orla marítima, ora pela praia, como se deu entre as localidades de Imbassaí e Costa do Sauípe, sempre de olho na maré,
que quando está baixando permite que pedalássemos pela faixa de areia, com vento contra, no sentido a Aracajú no estado do Sergipe.

Para os que não sabem, pedalar na areia faz com que a velocidade média caia bastante, mas se o vento for a favor é bem divertido. Agora, com vento contra, como aconteceu em algumas ocasiões até Maceió, a história muda de figura e pedalar a 12km/h já está de bom tamanho.


Como o nosso amigo baiano Renê achava que era um Rally, terminamos o pedal em Baixio, depois de haver pedalado por meros 145 km., distância não compatível com uma ciclo viagem, mas como todos estavam razoavelmente bem preparados e com muita experiência nesse tipo de pedal, nada além do cansaço, belas paisagens e muita gozação encerrou a participação do nosso grande amigo Luciano, o Piruca, como é carinhosamente conhecido, pois tinha que trabalhar no dia seguinte.


DAY 2: Baixio a Siribinha = 56 KM



Neste segundo dia de ciclo aventura, ainda com o Renê nos guiando, pedalamos por uns 15 km iniciais pela rodovia, já que a maré estava alta e não permitia que pedalássemos pela areia, que se deu da Barra do Itariri a Siribinha, bordeando também ao lado esquerdo pelo rio Itapicuru, que faz alargando suas margens na medida que se aproxima de sua foz.


Para a nossa sorte, terminamos esse curtíssimo dia de pedal, isso na opinião do galático Renê, nos hospedando na Pousada Iemanjá, hospedagem "pé na areia", com direito a soneca nas redes em frente ao belo mar e temperatura de verão, apesar de ainda estarmos no outono, além de nos fartarmos de pratos a base de pescados em um pequeno restaurante de Siribinha, um vilarejo bem pitoresco.


DAY 3: Siribinha (Bahia) a Aracajú (Sergipe) = 109 Km


Nesta manhã do terceiro dia dessa ciclo aventura, a primeira ação foi cruzar de barco o rio Itapirucu, para então, já sem a presença do Renê, que voltaria a Salvador, pedalarmos por uma graciosa estradinha de terra pelos primeiros 10 km. até o vilarejo praiano de Costa Azul, alí o último ponto de comércio até a localidade de "Mangue Seco", divisa com o Estado de Sergipe, local muito requisitado para novelas e filmes por suas belezas naturais.


Aí como dizia toda hora o meu filho George - praia e coqueiros, praia e coqueiros, - porém sem carros, jipes ou mesmo pessoas, lembrando que isso só foi possível graças à maré baixa.

O grande barato era encontrar depois de dezenas de quilômetros pedalados algum comércio, sempre era acompanhado de serviço de redes, um luxo em meio do paraíso baiano.

Já ao anoitecer, enfim, pudemos concluir nosso pedal na bela Aracaju, uma cidade praiana com ares de interior, sem aquele loucura das grandes capitais brasileiras.



DAY 3: Aracajú (Sergipe)  a Piaçabuçu (Alagoas) = 112 Km


Depois de cruzar a área central de Aracaju, em Barra dos Coqueiros, nos deliciamos por mais de 80 km sempre pela praia, atravessando toda a Reserva Biológica de Santa Isabel até o vilarejo de Carapitanga, isso com a devida permissão da maré baixa, sendo que os últimos 10 Km foram bem duros, pois o vento virou de lado e tornou esse trecho um suplício, recompensado pela natureza exuberante.

Dali em diante foram outras tantas dezenas de quilômetros pedalados no fim da tarde até o anoitecer, não sem antes ter quer cruzar a foz do Rio São Francisco, para finalmente adentrar o Estado de Alagoas, terminando o nosso pedal na pequena e aprazível cidadezinha de Piaçabuçu, com direito a mais um jantar regado a carne de sol e cerveja.


DAY 4: Piaçabuçu (AL) a Barra de São Miguel (AL) = 111 Km

Neste penúltimo dia da nossa Ciclo Aventura, depois de um belo café da manhã às margens da foz do majestoso Rio São Francisco , novamente depois de alguns quilômetros pelo acostamento da rodovia, fomos pedalando pela praia aproveitando a maré baixa até às proximidade de Barreiras, voltando então à margens da rodovia.
Por mais que o vento contra e a areia limite a velocidade de deslocamento, pedalar por horas e horas sem ouvir ruídos e finas de carros ou caminhões, isso sem contar que nessa época sem férias escolares ou feriados prolongados, a paz invade nossos corações de ciclistas aventureiros e a curtição se instala, dando até aquela preguiça baiana bem ao estilo do nosso amigo Piruca.

Como o percurso era longo, chegamos novamente ao anoitecer ao turística localidade de Barra de São Miguel, sem poder curtir uma boa praia regada a carne de sol e cerveja, uma boa razão para qualquer cicloviagem ou ciclo aventura, não é mesmo?


DAY 5: Barra de São Miguel (AL) a Maceió (AL) = 34 Km

Finalmente e lamentavelmente o final da Ciclo Aventura pelas praias do nordeste brasileiro se apresentava com míseros 34 quilômetros, que para piorar as coisas, por uma lambança da minha parte, longe da orla marítima.
No entanto, como os ciclistas são pessoas de sorte, coisas boas no aguardavam, que vale aqui registrar:

Em Maceió teríamos que ir procura de uma Bike Shop que nos fornecesse duas caixas de papelão para acondicionar as nossas amadas bikes, pois voltaríamos de avião a São Paulo dois dias depois. 

Então, eis que alcançamos a ciclista Patricia Maria, a Patty (que sorridente aparece ao fundo na foto ao lado) e suas três amigas já próximo ao centro de Maceió.

Papo vai, papo vem, elas acabaram nos levando a um bairro da capital alagoana onde havia varias lojas onde conseguimos as tais caixas e no dia seguinte ainda fomos convidados a comer carne do sol e charque no típico restaurante "Maria Furadinha", nome esse por causa das 17 facadas que a dona do estabelecimento levou e ainda assim, sobreviveu.

Depois do belo almoço, fomos à casa de um dos membros do grupo e depois de muitas cervejas com vários petiscos, acabei por ser convidado a fazer parte do grupo "Bikers Tour" para a cicloviagem em janeiro de 2018, pela Rota do Imperador, quase 1.000 quilômetros em poucos dias, ou seja, os nordestino são brutos mesmo!" - termina o relato o Professor Arnaldo Farias, já com saudades dos novos e dos atuais amigos que só o ciclismo sabe fazer. Fato!!!

segunda-feira, 19 de março de 2018

Pedal nota 1.000 em Joanópolis no 93º Circuito Brasileiro de Cicloturismo

Um belo dia de sol e calor na Cachoeira do Pretos, a poucos quilômetros da pacata cidade de Joanópolis, o 93º Circuito Brasileiro de Cicloturismo, com a presença de centenas de ciclistas, cuja felicidade é pedalar sem estresse, mas não abrindo mão de uma infraestrutura de primeira, sob o comando do nosso camarada Clauber Santos.




"Para entender o sucesso desses pedais que já chegara a uma centena de edições, há que se destacar o esmero com que é realizado cada evento, pois uma série de destaques deve ser destacado;

Estrutura do evento:
–  Medalha de participação
– 1 ponto de lanche e suco durante o percurso;
– mesa de frutas na concentração;
– 3 pontos de hidratação no percurso com água;
– Apoio mecânico de bike, para consertos simples durante o percurso;
– Caminhão de apoio, sempre atrás do último participante;
Kit do evento:
– Medalha
– Revista Bike;
– Adesivo;
– Pulseira de identificação;
– Camiseta (São opcionais e cobradas com valor adicional na inscrição, consulte valores e datas)

Seguro contra acidentes
O evento tem cobertura pela Porto Seguro, para acidentes da modalidade cicloturismo.

Agora,se liga no bondoso Regulamento:

segunda-feira, 5 de março de 2018

Impecável o 3º Desafio MTB Maratona XCM Açaí Mil&Ross em Rafard


Aconteceu sob intenso calor neste último domingo, 4 de março, o impecável 3º  Desafio MTB Maratona XCM Açaí Mil&Ross em Rafard no interior de Sã Paulo, magistralmente organizado pela Kalangas Bikers com a participação do Professor Arnaldo Farias e a cobertura de mídia da "Nóis na Fita A TV", que teve animada presença de mais de 300 atletas em diversas categoria Pró e Sport.


"Já em sua terceira temporada, a competição foi organizada pensando na comodidade, segurança e diversão de competidores, que conhecem bem a competencia do nosso camarada José Carlos do Açaí Mil&Ross, que não poupou esforços para oferecer uma estrutura que deixou a todos satisfeitos, apesar da disputa acirrada por cada patamar do pódio.


Em pouco mais de duas horas todos os atletas inscritos já haviam concluído o percurso de quase 40 Km debaixo de um sol de rachar o coco. No entanto, a pontualidade da largada, percurso bem sinalizado, caminhão vassoura e serviço de ambulância, deu total tranquilidade para que todos pudessem se concentrar só na competição em si, sendo que após a chegada a premiação já ia acontecendo, com direito a premiação em dinheiro para os mais velozes e brindes para de montão.

Assim, fique ligado, porque no próximo ano na mesma cidade e com a mesma competência mais uma edição do Desafio MTB Maratona XCM Açaí Mil&Ross vai acontecer.



sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Testado e aprovado o Guia de trilhas cicloMantiqueira de Guilherme Cavallari

Na última quinzena de dezembro de 2017, o Professor Arnaldo Farias, editor chefe da "Nóis na Fita A TV", pedalou por 311 Km de Extrema a Itamonte - MG em 05 dias de pedal, fazendo uso o "Guia de trilhas cicloMantiqueira" do nosso amigo Guilherme Cavallari, correspondendo a 10 etapas ou dias no Guia em referência, com total segurança e tranquilidade.


"Pra inicio de conversa a escolha de parte do traçado do referido Guia se deu pela necessidade de montar um percurso para o "Desafio Global Care - CAF Brasil" que pretende chegar a bela cidade de Petrópolis, região serrana do Estado do Rio de Janeiro, que terá por finalidade algaria do fundos para obras assistenciais, razão principal da existência do braço ciclo esportivo "Pedalear para proveer".


Então, eu parti de Extrema com mais três amigos, entre eles o Luís Trilha, uma das maiores férias do Audax Brasil, com a finalidade de observar as condições das trilhas e as estradinhas de terra que será pedalado por uns 15 ciclistas ligados ao CAF em todo o mundo, no segundo semestre de 2018.


Assim, juntamente com o Moraca e o Mauro, amigos de longa data, terminamos o primeiro dia de pedal em Monte Verde depois de 62 Km de pedal e 1.417 metros de ascensão total, com subidas amenas até Joanópolis e constante elevação até Monte verde, em um percurso que mais parecia cenário da novela da 6, de tão bonito de ser observado.


O nosso segundo dia foi dedicado a chegar a São Bento do Sapucaí, que nos premiou com 76 Km com 1.900 metros de ascensão total sob intenso calor, trovoadas e muitas risadas, pois a camaradagem era a essência do pseudo "Desafio  Ciclo Mantiqueira" criado por mim, só para por um "pouco de pimenta" no objetivo do duro dia de pedal, sem direito a reclamações ou mi-mi-mi.


No terceiro dia do "Desafio", infelizmente com as ausências do Moraca e do Mauro, que tiveram que voltar ao convívio de suas famílias, eu e o "Estelar" Luís Trilha, partimos então, de São Bento do Sapucaí tendo como destino final a grande Itajubá, cidade natal do meu grande amigo Gilmar Duarte, da Cronoleve, empresa que atualmente faz a cronometragem das mais importantes competições de Mountain Bike do país, percorrendo 67 Km com 1.300 metros de ascensão total, que nos pareceu pouco, pois podíamos ter ido mais à frente, até a pitoresca cidade Delfim Moreira, que daria mais uns 31 km de pedal sem muito esforço, apesar de que o trecho era todo em subida pelas estradinhas de terra da região.


Partir de Itajubá e chegar a Passa Quatro, quarto dia de nossa ciclo aventura,  esta cidade mineira se notabilizou no mundo do MTB por estar recebendo a famosa competição "Power Bike" organizada com competência pelo Paulo de Tarso do "Sampabikers", nos apresentou belas paisagens em meio a montanhas e vales que valiam a pena encher a memoria dos nossos celulares com centenas de fotos, pois o percurso deste dia foi de uma beleza sem par.


Finalizando este artigo, o dia seguinte ou nossa quinta etapa, ao se despedir de Passa Quatro, usamos só uma uma pequena parte do Guia do Guilherme Cavallari, pedalando pela rota traçada até Itamonte - MG, pois a planilha a partir deste pequena cidade mineira nos levaria a 90 Km de single tracks até Bocaina de Minas, trajeto pouco recomendável para bicicletas com alforges, como era o nosso caso, já que por economia, decidimos a ser auto-suficientes e autônomos, levando tudo aquilo que necessitávamos para pedalar sem carro de apoio, com direito a tempestades com raios e trovões, sem dó nem piedade, perfeito para um desafio que se preze.


Como a chuvarada judiou do percurso e de nós também, só conseguimos chegar ao pequeno vilarejo de Santo Antonio do Rio Grande depois de pedalar por 71 Km com 1.900 metros de elevação, com o sentimento de satisfação, por perceber que o "Guia de Trilhas cicloMantiqueira" continua atual e pode e deve ser usado como recurso para uma ciclovagem ou cicloaventura segura prazerosa." - finaliza o intrépido Professor Arnaldo Farias.

sexta-feira, 29 de dezembro de 2017

Abraão Azevedo e Fabio Rigueira contam conosco para participarem do Cape Epic e Ironman 2018

Os atletas Abraão Azevedo e Fabio Rigueira, fonte de inspiração para tantos de nós que amamos o esporte, respeitosamente necessitam do nosso apoio para estarem cada um deles, presentes na Edição de 2018 do Cape Epic e Ironman, respectivamente.

Campanha de financiamento - Abraão Azevedo no Cape Epic 2018

O nosso querido brasiliense Abraão Azevedo dispensa comentários, um multi campeão no Mountain Bike, se apresenta para competir pela última vez na Categoria Master do Cape Epic, cujas condições de financiamento, dados do atleta e vídeo explicativo podem e devem ser acessados pelo portal:
 https://benfeitoria.com/AbraaonoCapeEpic2018

Então, vamos nos apressar que a campanha vai só até 24 de janeiro de 2018.

Fabio Rigueira no IRONMAN 2018 - Superação
Amigo do Professor Arnaldo, editor chefe da "Nóis na Fita A TV", desde que se conheceram no Velotour 2016 no pedalando pelo Circuito do Vale Europeu em Santa Catarina, Fábio de Queiroz Rigueira, surfista nas horas vagas e ciclista profissional, praticante do chamado “cicloturismo” – atividade que não visa a competição e consiste em realizar viagens utilizando somente a bicicleta. Além disso, ele toca guitarra, violão e bateria. Achou muita coisa? Então imagine fazer tudo isso com apenas uma perna. Pois é assim que Fábio vive, sem prótese, com a ajuda de muletas.

A vida de Fábio no esporte começou aos nove anos, logo após o seu tratamento contra o câncer, quando ganhou do pai a primeira bicicleta e prancha de surf. “Não havia o que me parasse. Com o incentivo de meu pai, até como forma de me tirar daquela situação, fui me superando, querendo alcançar caminhos ainda mais longos”, afirma o esportista, que desde então não parou mais de praticar exercícios físicos.
Na natação, além do vice-campeonato na travessia Mar Grande/Salvador, em 1998, Fábio também foi vice-campeão no torneio Norte/Nordeste do Circuito Loterias Caixa, em 2011, mesmo sem apoio financeiro e de patrocinadores, uma carência dos paratletas. “Quando eu estava treinando, via uma certa dificuldade, pois tentava apoio e não conseguia. Era muito mais fácil conseguir incentivo de amigos ou de lojas pequenas”, lembra.
Os treinos e a preparação, que já começaram, contam com uma rotina de trabalho que tem início às 4 horas da manhã e inclui musculação, pilates e spin bike, corrida, natação além de uma alimentação balanceada.
Assim, como não podemos titubear, tratemos de acessar o Portal do Fabio Rigueira:
Portanto, nada de desculpas, pois em ambas campanhas, as contribuições começam em míseros 10 reais e não há nenhum motivo plausível para deixarmos de incentivar essas duas feras que tanto nos inspiram.

Não é mesmo? Bora lá! É BRASIL!!!